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Comunidade portuguesa na China é pequena

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Ao chegar hoje à República Popular da China, o primeiro-ministro português José Sócrates vai encontrar no país uma comunidade portuguesa que não chega às 200 pessoas, mas que tem vindo a aumentar a pouco e pouco.

Dados da embaixada portuguesa em Pequim indica que a capital do gigante asiático é a cidade chinesa com mais portugueses, cerca de 88 cidadãos registad os na embaixada, menos que uma gota de água numa cidade com mais de 13 milhões d e habitantes.

Apesar de reduzida, a comunidade portuguesa na China vem aumentando, da s cerca de oitenta pessoas quando o então presidente Jorge Sampaio visitou o paí s em Janeiro de 2005 para as actuais 188 pessoas, um número pouco maior do que a comitiva de 113 pessoas, incluindo empresários e jornalistas, que viaja com Jos é Sócrates.

Na China, onde vivem mais de 500 mil estrangeiros, um terço dos cidadão s portugueses é de etnia chinesa, com outra grande parte composta por luso-desce ndentes e quadros de multinacionais estrangeiras.

Para Joana Bem, 33 anos, responsável de mercado para a China das Caves Arcos dos Rei, que criou, com parceiros locais, uma aliança para produção e dist ribuição de vinhos no mercado chinês, a atracção do "Império do Meio" era tão gr ande que, no ano 2000, largou tudo e despediu-se do emprego em Portugal para est udar chinês.

"Eu já tinha começado a estudar chinês em Portugal e sempre tive curios idade pela China. Por um lado, era por um mundo desconhecido e por isso decidi v ir, porque nunca se conhece bem uma cultura ou um país à distância", afirma Joan a Bem, que vive na província oriental chinesa de Shandong.

"Vim, gostei e fiquei," resume em três palavras a portuguesa.

Quanto à data da partida para Portugal, Joana afirma estar ainda muito longe. Até porque, diz, "a China é um desafio fantástico. É um país onde se apre nde muito e se ensina muito. Todos os dias se aprende algo de novo".

A história de José Fernandes, 52 anos, é diferente da de Joana, mas tem comum o gosto pela aventura e o destino final, a China.

E tão bem se integrou José Fernandes na sociedade chinesa que até const ruiu, em 2002, a casa do então Presidente da Republica da China, Jiang Zemin.

Fernandes, natural da Soalheira, Beira Baixa, deixou Portugal com os pa is, aos seis anos de idade, com destino a Moçambique.

Depois de estudar arquitectura na África do Sul, voltou para Portugal e m 1986. Esteve nove meses e não gostou.

"De Lisboa fui para o Canadá, onde montei uma empresa de construção, co m tecnologia nova que os chineses gostaram. A convite de um empresário chinês co mecei a construir casas na China e em 2001 decidi vir viver para cá", conta o em presário.

Enquanto a comunidade portuguesa de Pequim engloba sobretudo funcionári os da embaixada, estudantes ou quadros de empresas, a maioria dos empresários po rtugueses, tal como José Fernandes, que montou a empresa em Xangai, decidiu inve stir fora da capital chinesa.

"O que mais me atraiu na China foi a existência de um grande mercado e de uma grande procura pelas tecnologias que eu propunha", diz José Fernandes, qu e tem um filho de oito anos e cuja mulher é chinesa, da província de Shandong.

Para José Fernandes, habituado a correr mundo, a China não é ainda o lo cal definitivo, apesar de ter até um programa num dos canais de televisão de Xan gai, o coração económico e financeiro do país.

O empresário planeia sair dentro de um ou dois anos, para assegurar ao filho uma educação melhor.

"Penso partir quando o meu filho tiver idade para começar a frequentar o liceu. Quero que ele frequente um liceu ou no Canadá ou nos Estados Unidos", d iz.

Mesmo que saia da China, a ligação nunca se vai quebrar, até porque a f amília da mulher permanece.

E, quem sabe, depois de terminada a universidade, talvez o pequeno filh o de José Fernandes volte ao país da mãe e terra de adopção - por agora - do pai.

 
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