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Bé Cabrita

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Bé Cabrita

Nasceu no Algarve, Portugal.Pintora - retratista, caricaturista e abstraccionista.

Curso de Formação Artística da SNBA. Frequentou a Oficina de Pintura da ARCO. Foi membro da APRA - Associação dos Artístas Plásticos dos Açores. Fez parte do júri do Concurso Construções na Areia. Trabalhou como desenhadora de publicidade.

Participou em 42 exposições colectivas e 7 individuais.Destacando-se:

Colectiva da CMO (1986); Vamos Ajudar Timor, Espaço Poligrupo Renascença (1987); Bienal do Sabugal, Rotary Club de Sintra (1992); Recordações RTP Açores - Ponta Delgada (1993); Feira de Arte de Portimão (1993); Santa Casa da Misericórdia de Sintra (1994); Galeria Verney - Oeiras (1995); Feira do Livro de Lisboa (1995); Fundação Marquês de Pombal - Palácio dos Arciprestes - Linda a Velha (1996); Dez Olhares no Rumor do Vento (1996); Um Amor Feliz - Homenagem a David Mourão Ferreira - Galeria Verney - Oeiras (1997); O Tempo da Água - Mãe d' Água de Lisboa (1997); Colectiva na Fundação Ouro Negro - Sintra (1997); Galeria Chão de Pedra - Lisboa (1998) Cordoaria Nacional em Lisboa (1998); Galeria LCR - Sintra (1999); INH - Lisboa (2000).Está representada em vários colecções particulares, nacionais e internacionais, nomeadamente nos EUA, Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Japão e Suiça. Foi premiada várias vezes. Faz parte do livro "Artes Plásticas", Vol. III e do "Arte 98",vem citada no Anuário de Artes Plásticas Portugal/Espanha.

Outras influências são as da artista Bé Cabrita que reconhece que elas estão nos suas origens, nas cores do Algarve. O sol, o mar, são elementos que fazem a imaginação da artista "voar" e ela pinta-os utilizando uma linguagem que se encontra no domínio da arte abstracta.

Conhecida, sobretudo, como retratista, esta faceta da Bé Cabrita é surpreendente, por isso quem conhece bem o seu trabalho, afirma que nas suas obras não figurativas a pintora "transforma o físico no metaflsico".Para a artista, este estilo pictórico tem a ver com a necessidade de "dar espaço aos (seus) gritos, ao sonho de criar outras imagens" . Assim, não será demais afirmar que essas suas criações convidem a olhar o transcendente, que pode ser o mundo dos sonhos, da fantasia, do utópico...E é este tipo de pintura, carregada de mensagem - e tão peculiarmente dominada e enquadrada pela pintora como o seu "espaço de lazer" - que se encontra na presente colectiva...

TERESA OLIVEIRA

Jornalista- CM 3.11.94O

O trabalho de Bé Cabrita revela, ao nível das suas composições figurativas, uma forte aliança entre uma técnica bem estrututrada (com tudo muito pessoal) presente no equilibrado domínio da cor das formas e, do correcto realismo dos suas representações, ao modo especial e muito próprio, de sentir e de transmitir emotividade às suas composições. Estas, possuem um brilho hipnótico que nos envolve como espectadores participantes da sua pintura.Contudo, foi no campo do abstracto que Bé conseguiu expandir a total liberdade das suas emoções e poder imaginativo, liberdade essa, presente na forma como distorce a realidade para a reconstruir numa outra dimensão, com cores muito doces (por vezes pueris) que a ligam à criança dócil que nela ainda habita. É dessa forma que o seu trabalho interliga o vazio com os massas e os cores com os sentimentos, revelando-nos materialmente toda a paz e equilíbrio do seu mundo interior.

ROGÉRIO MIGUEL CARRILHO

Crítico de Teatro

Com cabal adestramento técnico, e movendo-se num espaço onde é notória a busca de nuances - Bé Cabrita articula quase sempre um discurso que se posiciona entre um fluir abstracto e a recordação antropomórfica, quando não o corpo assumido como moldura.Os seus caminhos são ainda (afigura-se-nos) vários, algo de irrequietude, de busca sanguínea, com é exemplarmente explicado nessa alquimica "Toirada Raiana", trabalho que sublinha alguma evolução a partir de uma ideia arquetípica impressionista. Trata-se, com vigor, de consistente pincelada mais sofrida, um toiro mítico, sem olhos; ao cimo do focinho expectante - as nuvens e, no topo, as hastes do bruto, os cornos com que se adorna e executa a violência animal... O mais são os paus, as varas simbólicas, prontas para enfrentar e mater à distância a natureza em fúria...

FERNANDO GRADE

Crítico, Poeta, Jornalista /1998

 

Algumas peças da obra de Bé Cabrita
 
 
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