Vagabundo |
|
|
|
|
Perdido do caminho ninguém te segura caminhas sozinho com a tua amargura Mão estendida ao vento para a gente do mundo dignidade num tormento de um pobre vagabundo Madrugada fria, e impávida soam as horas na escuridão não há alma, não há dádiva para um leito feito de solidão Nas entranhas da cidade as lembranças do passado embriaguez sem vaidade de uma vida sem cuidado Adelino Sá - Lucern 1998 email: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar activado para que possa visualizar o endereço de e-mail Acrescentar como Favorito (213) | Refira este artigo no seu site | Visualizações: 2655
Só utilizadores registados podem escrever comentários. |
||||
| < Artigo anterior | Artigo seguinte > |
|---|









