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Quem está aí a olhar espantado
Não se espante.
Não sou estátua nem cavaleiro andante,
Mas já caminhei uma longa jornada
Para chegar aqui frente a vocês,
Para ter esta coragem para vos enfrentar,
Tive muito que andar.
Combati contra as normas antigas,
Defendi-me dos ódios, das intrigas,
De coisas mais.
Nas guerras fiz frente ao inimigo,
Fui enfermeira nas horas do perigo.
Despi as vestes que me faziam menineira
E passei a trajar de outra maneira.
Saltei para a rua, chamaram-me espantalho,
E pior foi, quando com o homem competi
No seu trabalho!
Escrevi, tornei-me intelectual,
E aí o mundo passou a olhar-me muito mal.
Mas com a vontade férrea de quem quer ganhar
Segui em frente sem ás más línguas ligar.
E aqui estou frente a vocês para vos dizer
Que nada nem ninguém me irá deter.
E quem me olha espantado que se levante.
Tenham respeito,
Sou da mulher a representante.


 
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