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O António Ribeiro é o «maluco» que aguenta o barco que dá pelo nome de
Notícias Lusófonas, bem como este porta-aviões chamado Portugal em Linha,
e que há muito, muito tempo, dá luz ao mundo, cada vez mais opaco, da
Lusofonia.
Como escreveu o maior dos maiores (Luís de Camões) «De África tem
marítimos assentos/É na Ásia mais que todas soberana/Na quarta parte nova
os campos ar/E se mais mundo houvera, lá chegara!».
Pena é que os ilustres protagonistas dos areópagos políticos da Comunidade
de Países de Língua Portuguesa (CPLP) não queiram ver o contributo ímpar
que o António Ribeiro tem dado, e continua a dar, à Lusofonia.
O Portugal em Linha aparece agora com outra cara mas, é claro, com a mesma
determinação de sempre e com uma legitimidade impar. Os seus leitores (tal
como acontece com o Notícias Lusófonas) estão atentos e sabem distinguir o
trigo do joio. Isso nem sempre acontece com os poderes instituídos que
baralham tudo mas, creio, lá virá o tempo em a Lusofonia (ou, pelo menos,
Portugal) compreenderá a diferença entre os que dizem que fazem e os que
fazem.
Sempre animado da sua velha (mais sempre nova) paixão pela Lusofonia, o
António Ribeiro resolveu renovar o Portugal em Linha e continuar a dar -
uma vez mais - uma lição (e que lição, meu caro António) a todos aqueles
que, quantas vezes mesmo ao nosso lado, são os primeiros a deitar a carta
para Garcia na primeira valeta que encontram.
Tenho a honra e o privilégio de ter entrado para o porta-aviões Portugal
em Linha com ele já a navegar na rota de dar novos mundos ao Mundo, bem
como de integrar desde o estaleiro o Notícias Lusófonas.
Nesta nova fase do Portugal em Linha não poderia deixar de prestar a minha
homenagem ao comandante António Ribeiro, convicto de que muitos milhões de
lusófonos pensam como eu.
Por isso, meu caro, é da mais elementar justiça dizer aqui e agora o que
noutros espaços não me canso de afirmar: Obrigado António.
Orlando Castro
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