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Vou fazer
uma poesia feia,
Antiestética.
Sem Lua, mar ou estrela,
Antiética.
Nem sempre somos belos, lindos.
Atléticos
As vezes moribundos, cegos,
Epilépticos.
Na graça do beijo se esconde
O Eclético.
O amor absoluto está aonde?
Hipotético.
Perde-se o valor, a auto-estima.
Anti-séptica.
Nem sempre a verdade é perfumada.
Fossa-séptica.
A vida nem sempre é linda de paz
Paradisíaca.
As vezes dói, fere em pedaços desfaz
...MAS É POÉTICA...
Walter Branco, São Paulo/Brasil
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