POEMA DO CÁRCERE |
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Trazes-me rosas vermelhas, sangue dos rios que correm, se um homem mata outro homem são duas vidas que morrem. Trazes-me rosas singelas mas deixas o sol na rua, a 'sprança das grades negras é ver o sol ou a lua. Trazes-me rosas cortadas podem entrar sem favor, tu tens que ficar à porta só porque és meu amor. Trazes-me rosas, p'ra quê ? Vão murchar cair no chão: as rosas não fazem crimes p'ra vir morrer na prisão ! |
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