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O Acordo Ortográfico: bom ou ruim para os povos falantes do Português?

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Como se recordam já aqui foi deixada a minha posição sobre o Acordo Ortográfico para a Língua Portuguesa.

 

Porque as visões não são, nem têm de ser, incongruente entre si, nem podem estar sempre nos antípodas, há dias deixei um repto a um futuro pedagogo (como ele se considera) brasileiro sobre a sua (e da sua turma) visão do Acordo Ortográfico.

 

Rildo Ferreira dos Santos, assim se chama o meu interlocutor, aceitou o desafio, como ele diz, e discorreu um longo artigo no seu blogue (Pedagogos do Futuro) que merece uma reflexão e leitura atentas.

 

Dada a sua extensão proponho-vos uma ida ao seu apontamento (leia-se, ensaio), sob o título acima, deixando-vos aqui um pequeno cheirinho

 

Estou abrindo este diálogo a pedido do meu amigo Almeida (Eugénio Costa), angolano apaixonado por sua terra e por sua cultura. O jornalista e blogueiro reclamou da minha ausência temporal e pediu que eu dissertasse sobre o assunto. Este desafio eu aceitei pois o que me estimula são os desafios. Mas eu nada sabia do acordo e pedi um tempo a ele para me informar sobre o tema.

 

Bem, eu estou propondo um grande debate com todos e todas que não tem medo de dialogar com o diferente, abrindo mão das suas vaidades patrióticas para discutir algo que é comum a mais de 250 (duzentos e cinqüenta) milhões de pessoas divididas em oito países: Portugal (primeiro a ser citado pela origem da língua), Angola (agora por ordem alfabética), Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

 

Não é meu propósito defender o acordo [e nem ser contra!], mas discutir suas propriedades e analisar os interesses explícitos e não-explícitos daqueles que se manifestam a favor ou contra o acordo. Eu espero deixar claro que o que eu defendo realmente é que cada povo fale a sua língua do jeito que melhor lhe proporcione uma qualidade de vida digna; superação das dificuldades e resolução dos problemas emergentes; condições para o enfrentamento das coisas modernas do Século XXI; bem-estar social e familiar e lhe garanta paz interior e universal. Se alguma Lei ou convenção ferir esses princípios básicos para o homem e para a mulher, de qualquer idade, opção sexual ou religiosa, sou CONTRA por minha natureza humana. A língua falada deve ser para a promoção da paz interior, social e universal de todos e de todas.

 

Claro que há interesses comerciais, diplomáticos e culturais envolvidos neste acordo. Mas é por isso que ele é UM ACORDO. Vejamos o significado de acordo segundo Aurélio Buarque de Holanda, lexicógrafo, filólogo, professor, tradutor e ensaísta brasileiro: (…)” (continuem a ler aqui)

1/Julho/2008

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http://elcalmeida.net


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