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Em Portugal, nos últimos meses, já não se pode ver televisão nos horários nobres. Um cidadão chega a casa cansado de trabalhar, necessitado de uns momentos de distracção e de relaxamento e apanha

 

, literalmente, com um banho informativo repetitivo sobre a crise, sobre os escândalos dos políticos, sobre os assaltos violentos ou sobre futebol. Pode mudar de canal as vezes que quiser que de uma maneira geral vê e ouve sempre o mesmo, com os mesmos protagonistas de há anos, de tal maneira que já nem lhes pode ver, sequer, a cara. Talvez só ao fim de semana – precisamente nos dias que precisa mais de espairecer e sair de casa – a programação se torne mais variada e aliciante. O número de pessoas que desliga a televisão ou procura canais estrangeiros no horário nobre é cada vez maior e não há ninguém que se levante e diga que isto é um mau sintoma e que é péssimo para a saúde mental dos cidadãos estar sempre a ouvir notícias negativas e preocupantes. Eu sei que o país atravessa uma crise enorme, principalmente de valores éticos e que foi precisamente esta falta de valores que desencadeou e continua a perpetuar a crise financeira que se lhe seguiu. O português precisa de acreditar mais nas suas capacidades e no futuro que será dos seus filhos. Está farto da masturbação noticiosa das nossas televisões que lhe fecha os horizontes e que o põe tremendamente deprimido. O cidadão tem direito a chegar a casa e ver, depois do jantar, programas que aliem a qualidade à distracção e à informação; que enalteçam o nosso património cultural nos mais diversos campos, que nos enriqueçam como cidadãos. Caso contrário seremos levados a pensar que nos querem, apenas, embrutecer e alienar, transformando-nos em passivos consumidores arrasados e assustados.

José Dias Egipto

09 Fev. 2009

 


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