Manutenção da vida |
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Manutenção da vida
No epicentro o núcleo da vida e da morte Espirais circundam o umbigo por princípios Fios circundam o ser entre a lida e a sorte Voando os vivos vão cantando os seus vícios.
Deitada na teia esquece as veias dias sofridos Nada faz no espaço ao tempo, senão olhar! Um ser passa não se cuida dos olhos queridos. Num instante de súbito a sucção do bocejar
Glúteos descansam, aguardam a hora da pança Cabelos soltos esparramados se confundem aos fios O imperativo dos dias cativos em rituais de dança
A visão revela na aceitação os eternos calafrios Há a morte que fecunda a exigida perenidade. Ah Vida!! O caminho e a sina da diversidade.
(Ademar Oliveira de Lima) Acrescentar como Favorito (203) | Refira este artigo no seu site | Visualizações: 2036
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