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Para aqueles que assim me julgaram morto

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Morro um pouco á cada dia

Sem saber do que estou morrendo

Sinto as dores das feridas

E o sangue morno escorrendo

 

O que é um corpo apodrecido

Mesmo estando vivo nas lacunas do tempo?

No coração cansado as cicatrizes

De amores e vícios infelizes

 

Se estou morto, então de mim tão pouco resta

Pois aqueles que me mataram

Morrem todos os dias em suas angustias

 

E suas lágrimas frias não pouparão suas friezas

Morro, mas também morrem comigo

Profundamente apodrecidos em suas tristezas

 

 


Sandro Kretus

 


Sandro Kretus livros
http://clubedeautores.com.br/search?what=sandro+kretus&commit=BUSCA

Sandro Kretus poemas
http://www.portugal-linha.pt/KRETUS/menu-id-105.html

Sandro Kretus pensador
http://www.pensador.info/autor/Sandro_Kretus/


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