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Portugal - A terra dos brandos costumes

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Sem querermos ser revivalistas e sem cair num lugar-comum: não nos podemos esquecer que já fomos donos de metade do mundo e detentores de todas as riquezas a estas terras conquistadas e descobertas. Será que o nosso código genético se alterou assim tanto no decorrer destes 500 anos? Não devia-mos ser nós a ditar as regras aos mouros alemães e franceses, e não deixar que os americanos imprimissem papel em forma de moeda? Vamos deixar sem rumo a nossa jangada de pedra? E que se afunda de dia para dia, cada vez mais? Fomos os maiores e ainda somos porque o ADN do ser humano não se altera naturalmente, senão daria lugar a mutações! Não é importante sermos os maiores, no entanto pensar que somos nesta fase conturbada de miséria de valores que o "nosso" DES GOVERNO tem IMPOSTO; URGE. Desenganemo-nos se pensamos que somos livres por viver em democracia, apenas um nome pomposo para um regime austero camuflado com o nome liberdade. Já que não temos muito, ao menos que elevemos o nosso EGO, será uma força adicional que nos pode levar mais além; utilizemos uma dica de Friedrich Nietzsche e transformemos o nosso EGO em SUPER-EGO; para situações drásticas exigem-se medidas radicais. É URGENTE! Estamos abafados, somos enganados diariamente pelos políticos, não pelas mentiras que nos habituaram ou pela retórica mas pela incompetência, negligência e corrupção. Políticos: a única classe que "trabalha" impunemente. Um advogado se erra, responde perante a Ordem dos Advogados; um empregado de caixa de supermercado se erra, é-lhe descontado no final do mês; um médico se erra responde perante a Ordem dos Médicos; um pescador se erra e não fecha a rede, os companheiros revoltam-se contra ele, não trazem peixe, não recebem; um engenheiro se erra responde na ordem dos Engenheiros; os políticos se erram, respondem onde? ...perante quem?

(...)

Derrapagens orçamentais em "APENAS" 7 obras públicas:

PPP (parcerias público-privadas) no sector dos transportes,
Centro Cultural de Belém,
Casa da Música,
Ponte Rainha Santa Isabel em Coimbra,
Túnel do Terreiro do Paço em Lisboa,
Ampliação do Aeroporto Sá Carneiro no Porto,
Reabilitação do Túnel do Rossio em Lisboa

Soma: 789.0 Milhões de euros

(custos a mais que os previstos inicialmente)

Esclarecimento: apenas em erros, não em obra edificada.

Mas isto não dá prisão? Ninguém vai para a cadeia?

(...)

Paralelamente ao ensino do português, da matemática, da história, das línguas estrangeiras, etc. Precisamos urgentemente, PARA ONTEM, que nos seja ensinado POLITICA, ECONOMIA e FILOSOFIA nas escolas (a partir deste momento designado por PEF), de uma forma tão ou mais importante que as outras disciplinas. Por coincidência, ou não, o acrónimo PEF poderá dar origem a PORTUGAL EM FORÇA, e que o ensino destas disciplinas seja obrigatório desde o 5º ano do ciclo até ao último ano de um curso superior. A ideia será que cada um de nós será um político, economista e filósofo ao mesmo tempo; só depois, e em simultâneo no curso superior paralelamente com as disciplinas de PEF, é que se irá especializar em qualquer coisa, ou então, se um determinado individuo, tomar consciência que a sua vocação é a política, a economia ou a filosofia, irá, se quiser especializar-se na que acha deve ser sua escolha, mas nunca esquecendo que deverá ser PEF em simultâneo.
Não deixaremos de ter políticos, nem economistas, mas estes estarão mais atentos a Nós nas suas decisões, porque seremos Nós também a ter a capacidade de apresentar soluções, a apontar rumos, e em vez de obrigados a comtemplar eloquentes palestras parlamentares de palhaços disfarçados que deputados, em que 99% do discurso é gracejar e insultar a bancada oposta, ironizar ao máximo o inimigo, quando se deveriam unir; seremos Nós também a ditar e orientar o assunto parlamentar em discussão de uma forma séria e honesta. Mas, a máxima no parlamento, desde que a assembleia é assembleia, é dividir para conquistar, dividir a nossa opinião e conquistar os próprios interesses da manada. Livrar-nos-emos também dos falsos poetas economistas, dos trovadores da desgraça, ensaístas do abismo, com os quais temos a oportunidade de nos deslumbrar na televisão e que nos fazem pensar: "... mas estes gajos dizem todos o mesmo, só que por outras palavras, mas resolver, não resolvem nada... ", os falsos poetas são assim; veem o mesmo que os outros falsos poetas mas expressam-se de modo diferente. Não queremos comtemplar! Queremos agir, e é para ONTEM! E que esta acção comece na educação, bem cedo, que sejamos crianças de alma "Gandhi", e que pela paz e pela cultura sejamos um farol para o mundo. Que nas tabernas, nas tascas, restaurantes e cafés se discuta em simultâneo com o futebol, a politica, a economia e a filosofia, que sejamos olheiros nos nossos políticos e treinadores de bancada parlamentar.

Será importante pensar que antes de haver Cultura para todos, tem de existir Alimentação, Vestuário e uma Casa, para todos. Uma nação só se pode desenvolver se as necessidades básicas estiverem asseguradas, a partir deste momento é que podemos começar a pensar em voos mais altos. Como diria professor Agostinho da Silva, "...o importante para um país será ter os 3 'S': 1- Sustento; 2- Saber (Cultura); 3-Saúde...".

Se começássemos ONTEM, com a implementação do PEF os jovens do 1º ano do 2º ciclo começariam a pensar Politica, Economia e Filosofia; frequentemente perguntariam aos pais dúvidas nos trabalhos de casa, sensibilizando-os ainda mais para estes assuntos; teríamos explicadores de PEF, centros de explicação de PGEF; quando os jovens do 5º ano se iniciassem na aprendizagem de PEF também na família começaria essa aprendizagem.
Se implementarmos o PEF ontem, não será tarde demais, e seremos em 10 anos a transformação de uma jangada de pedra num cruzeiro de luxo com os ideais mais avançados, com horizontes infinitos e com todos os Portugueses a bordo daremos novamente "novos mundos ao mundo"; sendo o luxo não aquilo que temos a mais, mas aquilo queremos alcançar.

Queremos continuar a ser a terra de brandos costumes mas onde a brandura é sinónimo de cultura, porque só assim poderemos ser PORTUGUESES novamente.   

                                                                             FMDQ


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