Ser Poeta é ser mais alto...
Portugal é um país de poetas. Mas, para além dos poetas que estão publicados, é vastíssima a obra daqueles que, escrevendo poemas em língua Portuguesa, nunca viram a sua obra publicada.
Este espaço é dedicado a todos esses poetas anónimos que por um ou outro motivo nunca publicaram os seus poemas, aqueles que escrevem e depois guardam a sua obra.
A esses fazemos aqui um desafio e um convite. Partilhem a vossa obra com toda a gente que fala a língua de Camões!
Há poemas tão bonitos que nunca ninguém leu! Vamos partilhá-los com todos!
Enviem-nos os vossos poemas. Portugal em Linha fará aqui a sua publicação para que toda a Comunidade Lusófona possa ler e apreciar a beleza de poemas de autores que, de outro modo, nunca teria o privilégio de conhecer.
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Leia aqui os poemas lusófonos
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Escrito por Diana Moura
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10-Set-2014 |
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A
chave

Dei-te a chave
E deixo-te
devagarinho
Entrares no meu mundo
De vez em quando
Páras
pensativo
Em frente a uma estátua de gelo
Ou um óleo em
fogo
E depois sorris
Quando reparas
que os pequenos nadas
e
são muito os nadas
ocupam o lugar de honra
do meu palácio que
reinvento
Olho-te pensativa
quando na brancura fria
apercebes
sombras em movimento
E cores e sonhos
E espaços que encho de
vida.
E sorrio,
Quando do meu mundo
transparente, te vejo
chegar
ao meu palácio de gelo.
Diana
de Moura - Halifax, Canadá
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Escrito por Diana Moura
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10-Set-2014 |
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Des
palmiers en feu
La monotonie brûlante
me fait
voir des mirages,
des étoiles qui tombent
sur des palmiers en
feu.
Le prince d'Afrique,
En sandales rouges,
blessé dans
son chateau,
brillants ses cheveux d'or
me fait vertige.
La
mort bleu et froide
Domine avec passion
Son lit riche
Et
coupe en tranches
Les rêves blancs
De son enfance.
Diana
de Moura - Halifax, Canadá
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Escrito por Diana Moura
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10-Set-2014 |
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Quem és
tu que
envias estrelas
num sorriso
e manda sóis
lá
aonde faz
frio?
quem és
tu que ouves
escutas
analisas
e
imaginas
o que está atrás
das cortinas
do pensamento?
quem
és?
Diana
de Moura - Halifax, Canadá
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Escrito por Diana Moura
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10-Set-2014 |
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Para
não esquecer que ainda penso
São 2horas
a.m.
Horas da minha insónia.
Horas da sua boémia.
Eu
afundo-me no divórcio.
Ele emerge.
Eu enraizo-me nos meus
filhos.
Ele foge.
Eu afundo a minha dor
Com lágrimas.
Ele
com alcóol.
Hoje choro.
Por não ter conseguido
Manter
A
familia unida
Ele goza da liberdade
Que nunca
Lhe foi
vedada
Faz frio. Lá fora.
E na minha alma.
Frio que sei
passageiro.
Porque mereço,
que um sopro suave
me derreta
este gelo.
Faz frio.
A neve, flor nascente,
brilha sob a
lua.
Fosforecente.
Cnn, repete sem cessar,
os
acontecimentos.
O terramoto na califórnia,
Clinton e as
reformas
E eu falo de mim.
Por momentos
Para não
esquecer
que ainda penso
Diana
de Moura - Halifax, Canadá
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