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  • E antes era? Se Deus quiser!... - artigo 20 Apr 2018 | 7:21 pm

    "Inicialmente, o tema que esta semana iria abordar era outro, mais concretamente, sobre a liberdade de circulação dentro dos Estados lusófonos da CPLP.

    Mas, ao contrário do que se costuma dizer, o Homem pensa, e executa, desta vez, o cronista pensou ? e penso, que pensava bem ? mas algo mais alto, não me deixa executar. Pelo menos por agora.

    Outros factores, agora mais importantes, tornaram-se mais relevantes.

    Desde que o Homem começou a falar, que ao despedir-se, usava sempre uma expressão que desejava algo de bom para os dias vindouros para si e para o despedido.

    A partir de uma certa altura, com o advento da religião, em particular, no caso dos que professam o monoteísmo, a frase de despedida passou a ser «Vá com Deus» ou agregar a «Se Deus quiser»; e, por vezes, as respostas eram «Oxalá» ou «Assim Deus o queira».

    Com maior ou menor certezas léxicas, com maior ou menor corruptela, as frases seriam e eram assim. E assim tem sido até aos dias de hoje.

    Tem sido, de facto ? pelo menos na língua portuguesa eu é que nos entendemos ? estas as expressões. 

    Tem sido?

    Só que, tal como nas indústrias, nas tecnologias, também as expressões linguísticas evoluem.

    E hoje, já não devemos dizer «Se Deus quiser», mas outras e bem sombrias expressões: «Se Trump e Kim Jong-un quiserem» ou, mais recentemente, «Se Trump e Putin quiserem»!

    No primeiro caso, era a eventual possibilidade de os dois líderes decidirem optar pela via da guerra, para ver quem tinha o botão maior ? leia-se, por outras palavras, quem perdia o juízo primeiro.

    No segundo caso, o mais recente, deve-se à senil ideia do senhor Trump que pensa poder bombardear a Síria para castigar Bashar Hafez al-Assad, devido a um eventual ataque, que as forças militares deste líder sírio, teriam efectuado com armas químicas sobre o seu Povo.

    Compreende-se que, caso se confirmem as suposições ? mas com leituras claras e independentes ? que os prevaricadores sejam criminal e duramente castigados. No seria o primeiro caso. Mas os outros não foram sujeitos a ataques militares, mesmo que cirúrgicos para isso. Foram apanhados e julgados e Tribunais Superiores, alguns internacionais, criados para estes casos de extermínio ou massacres.(...)" (continuar a ler aqui)

    Publicado no Vivências Press News, em 13.Abril.2018

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