Varanda do Oriente é o título desta seccção do Legado Português, da responsabilidade de José Gomes Martins. Mantendo a convicção de que as raízes de um povo devem ser preservadas, José Gomes Martins publicará aqui os resultados da sua investigação histórica da presença lusa na Ásia.
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Leia aqui as crónicas da Varanda do Oriente
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O antigo Reino do Sião foi essencial para Portugal conquistar o mercado das especiarias de Malaca e, "tudo mais que por lá havia".
Após Vasco da Gama ter descoberto o Caminho Marítimo do Oriente, em 1498, o Rei Dom Manuel I, desde logo tem nos seus planos a tomada de Malaca. A ilha é banhada pelo Mar de Andaman, ao sul da Baía de Bengala e o maior entreposto comercial de toda a Ásia onde dos reinos do extremo Oriente e das redondezas chegavam exóticas mercadorias. Entre estas a pimenta, a canela, a pedraria, o cânhamo o gengibre, o estanho, prata e as porcelanas da China.
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Começou a ser construída em 1850 e foi finalizada por volta de 1860.
De estilo arquitectónico semelhante às construídas nos países que Portugal colonizou depois do século XVI na Ásia. No entanto a "Nobre Casa" foi dotada de um traço diferente e fica a ser conhecida por Sino/Portuguesa. Actualmente poucas já existem na Tailândia, além desta que foi, também, denominada de palacete que durante 139 anos tem servido de residência de Cônsules, Encarregados de Negócios e Embaixadores de Portugal, em Bangkok.
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