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Vamos apresentar o Café Luso? Não. Vamos servi-lo e saboreá-lo! O "Café Luso" vai servir, decerto, para aproximar mais as pessoas. E se não servir... decerto que falha na sua missão. Portugal em Linha e António Ribeiro - os nomes equivalem-se - decerto que tinham em mente aproximar mais as pessoas, pô-las a dialogar, todos e cada um a vibrar com o dia-a-dia das comunidades que vamos todos formando um pouco por toda a porta. Quando um Governo - seja de que orientação política for - entender a verdadeira riqueza que tem fora dos seus muros, decerto que o País dá um salto qualitativo. Este "Café Luso" há-de dizer, aos Governos (se for caso disso) e a todos que temos gente preparada, em todos os domínios, e em todas as latitudes. Gente que, em condições na maior parte dos casos adversas, soube construir o seu mundo, tijolo a tijolo, às vezes com as mãos a escorrer sangue e com o suor a esparramar-se por tudo quanto é sítio. Sem o carinho de um Governo (que nunca foi pai e teima, sempre, em ser (quando muito) padrasto. Se o Governo acordasse para a realidade que é ter em todas as latitudes gente a sério, decerto que o Mundo Português (ou onde se fala Português) seria muito melhor. Quando é que os Governos de todos os países entendem que a principal riqueza de uma Nação é, exactamente, o seu próprio povo? Quando? É disso que vamos, decerto, falar todos. É isto que eu penso que presidiu à iniciativa - feliz iniciativa - de pôr ao lume e aquecer, para ser servido, este Café gostoso, que vamos todos saborer. Por mim, já arregacei as mangas e agucei o meu próprio apetite. Porque vou, decerto, saborear e deliciar-me com este nosso... Café Luso! Fernando Cruz Gomes |
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