O engenheiro promete ser duro |
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O primeiro-ministro José Sócrates de Portugal (esclareça-se para que se não pense que é do Burkina Faso), admitiu hoje, durante o debate quinzenal no Parlamento (é aquela casa em que os moradores se levantam e sentam à ordem do capataz) que "em alguns momentos" da paralisação das empresas de transportes sentiu "o Estado vulnerável", garantindo ao estilo de um outro democrata que dá pelo nome de Robert Mugabe, que irão ser tomadas medidas para evitar que a situação se repita.
"Todos temos que tirar lições do que aconteceu nestes três dias. Uma das lições que tirei: nalguns momentos eu senti o Estado vulnerável", disse o homólogo de Tertius Zongo, acrescentando que irão ser tomadas medidas para impedir situações como as vividas nas ocidentais costas a norte de Marrocos.
Bom argumento. Todos sabemos que os governos, sobretudo quando têm como primeiro-ministro o mais evoluído dos cérebros socialistas, não fazem previsões. Isso é feito pelos governos que governam e não pelos governos que se governam.
Ora, ora! Só foi pena que não fosse todo o Governo para o Brasil e lá ficasse de férias aí durante uns 20 anos. 12.Junho.2008 Acrescentar como Favorito (817) | Refira este artigo no seu site | Visualizações: 4495
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