Perenidade! |
PerenidadeNa cama arrumada a pequena boneca de louça Uma criança alegre in locus num brincar vivia A menina foi-se embora, num repente a moça O sangue distinto em seu corpo um sinal tangia Na parede, um cantor de rock se postava Em plena adrenalina ouvia cantigas de amor Um choro implodiu uma vida e o branco vasava Pela mulher, a moça foi-se sem nenhum rancor Móveis? O brilho dormia! Na garganta? Nó! Início do canto final agora em execução Outro espaço, outro choro e outra vida Ponto final: alegrias, tristezas, rusgas, rugas e avó! A Mulher despediu-se contente virou geração: Com a bençao do Pai! Volta ao pó! Sina cumprida. (Ademar Oliveira de Lima) Acrescentar como Favorito (238) | Refira este artigo no seu site | Visualizações: 2624
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