A FORÇA É DIVINA |
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Em ondas brancas e mareantes. Que no longínquo se formam ondulantes A convidar os navegantes. Zarpam os lusitanos argonautas. Ao som de melodiosas flautas. No azul do Céu, os anjos. E todos os arcanjos. Vigiam as caravelas Com a Cruz de Cristo em suas velas. E mais alto, no azul das Divindades. As Celestiais Santidades. Abençoam o Luso empreendimento. De dar do mundo cabal conhecimento. Homens, velas e os elementos. Quantos tormentos. Cerúleo de azul calmaria. Ó Virgem Maria. Sopra à vela alguma ventania. Que a bom rumo seja capitania. Céu de argênteo tenebroso. Mar alteroso. Mas no topo da mastreação Que irá alargar a Lusa Nação. Formas Divinas continuam em aclamação. Ajudando e apoiando a Lusa navegação. Sobre o manto desta Divindade, as Lusas caravelas sulcam os mares. Na construção de dar ao mundo melhores altares. Eduardo Dinis Henriques Acrescentar como Favorito (321) | Refira este artigo no seu site | Visualizações: 3220
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