O poeta-missioneiro não descansa |
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O poeta-missioneiro não descansa Sopitado pelo cansaço; Nos dois pés um inchaço. Aos vinte minutos da manhã. Sou compungido a escrever... Como meu grande dever! Não me importo com a mente Pois, creio nela, e nela sou crente... Procuro plantar a minha semente. Posto que fosse uma mente sã... Mas tem um, porém, Além dos anjos dizerem amém; É isto que quero fazer Sentindo o santo prazer. Também se; for tresloucada Eu nem olho do lado. Embora, nesta hora Esteja alquebrado Vou insistir em dar o recado. Não sei o que você está pensando, Mas, creia; são bons os meus planos. Estou nesta vida às vezes reprimida, Porém, quero ir para o além da vida. Nesta escola, quero passar de ano... Pode pensar que sou aloprado, Conquanto leia o recado, Eu ainda vou-lhe fazer um fado. E aqui deixo o meu muito obrigado. Seja feliz meu irmão! Acrescentar como Favorito (316) | Refira este artigo no seu site | Visualizações: 3213
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