Uma Luz No Pasto |
Sou pasto da terra,sedenta luz de resina Como os ventos que sopram nas torturas Marcadas do meu tempo, De um amor equinócio De vestes verde InsóniasI Indecifraveis de mim despeitam. Ventos soltos que seguem Perante sua presa, Anagramas vestidas, Como uma Deusa, Tomada por instintos animalescos Com cheiro de terras frias, Onde sua beleza jazia. Entre a forma de vida,e a vida há Diferenças táticas, Como o licor aos lábios, E o lábil licor entre cantabile. Mas ao êxtase Extremo o do ar a ex'alar, Descontrai sentimentos. Um dia voarei como o sonho, E na retina exausta, No infinito azul-cinza, Serei a Ressonância, O tempo dos tempos, Olhos dum so despertar.
llayra. Acrescentar como Favorito (193) | Refira este artigo no seu site | Visualizações: 2117
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