Uma Luz No Pasto

 
 
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Sou pasto da terra,sedenta luz de resina

Como os ventos que sopram nas torturas

Marcadas do meu tempo,

De um amor equinócio

De vestes verde InsóniasI

Indecifraveis de mim despeitam.

Ventos soltos que seguem

Perante sua presa, 

Anagramas vestidas,

Como uma Deusa,

Tomada por instintos animalescos 

Com cheiro de terras frias,

Onde sua beleza jazia.

Entre a forma de vida,e a vida há

Diferenças táticas,

Como o licor aos lábios,

E o lábil licor entre cantabile.

Mas ao êxtase

Extremo o do ar a ex'alar,

Descontrai sentimentos.

Um dia voarei como o sonho,

E na retina exausta,

No infinito azul-cinza,

Serei a

Ressonância,

O tempo dos tempos,

Olhos dum so despertar.

 

llayra.

 

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