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A
chave

Dei-te a chave
E deixo-te
devagarinho
Entrares no meu mundo
De vez em quando
Páras
pensativo
Em frente a uma estátua de gelo
Ou um óleo em
fogo
E depois sorris
Quando reparas
que os pequenos nadas
e
são muito os nadas
ocupam o lugar de honra
do meu palácio que
reinvento
Olho-te pensativa
quando na brancura fria
apercebes
sombras em movimento
E cores e sonhos
E espaços que encho de
vida.
E sorrio,
Quando do meu mundo
transparente, te vejo
chegar
ao meu palácio de gelo.
Diana
de Moura - Halifax, Canadá
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