![]() |
|

|
Shame Lembras-te, meu irmão da Maxonalândia no dia da crucificação, do Sá da Bandeira trazendo sua bandeira como um etnocêntrico tentando trocar a viola p'la timbila como se a mutimba, mapiko, mganda... de nada servissem lembras-te, de tudo isso? Ah! Eu lembro-me como se fosse hoje nasci, cresci e vivi toda minha vida dormindo com estas histórias e como se as tivesse vivido de perto repouso neste sofrimento e tu, meu irmão ainda te lembras das chicotadas do cavalo marinho das noites do chibalo e do grande dia da libertação quebrando as diferenças aparentes que nos ligavam à inferioridade como se fossemos parentes do demónio lembras-te, meu...? lembras-te do grito do amor uno que nos fez e faz sermos? Domingos Carlos Pedro, Maputo, Moçambique email: nevao@nambu.uem.mz |
Voltar à página principal