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Carlos Mário Alexandrino da Silva Carlos Mário Alexandrino da Silva


FUA - FRENTE DE UNIDADE ANGOLANA: OPORTUNIDADE PERDIDA POR PORTUGAL


16.- CONTACTOS INFRUTÍFEROS.... E ARGEL


. Na sua edição de 24 de Fevereiro de 1962, o jornal conguês "Le Progrés" noticiou que a FUA continuava procurando o estabelecimento de contactos com outros movimentos nacionalistas representativos dos 4.600.000 africanos de Angola. Contudo, essas diligências jamais foram coroadas de êxito... Por outro lado, o movimento nacionalista mais afim em relação ao ideário da FUA, obviamente não estava interessado em que esta perdurasse muito mais tempo, pelo que se apressou a trabalhar no sentido de desencorajar os seus dirigentes e de absorver os desistentes...

No ano imediato, uma notícia enviada de Brazzaville, vinda de um informante infiltrado na cúpula do MPLA, para o Gabinete de Atividades Especiais (GAE) dos Serviços de Centralização e Coordenação de Informações de Angola, chefiado então pelo capitão miliciano e comandante da companhia de polícia aduaneira Filipe Pita Gros Cascais, referia que o presidente da FUA, Sócrates Dáskalos, fora nomeado "ministro da Instrução" do "Gabinete de Governo" do MPLA!

Mau prenúncio... A FUA estava desativada?

Outra notícia dimanada do mesmo agente secreto, estratégico, traidor (sempre os houve no MPLA e na UPA/FNLA...) ao seu movimento, datada de 21 de Janeiro de 1963, comunicava que a FUA propusera à UPA - União de Populações de Angola, esta com patrocínio da CIA - e ao MPLA - Movimento Popular de Libertação de Angola , com patrocínio do CC do PCURSS- a realização de uma reunião a fim de sanarem divergências que os opunham entre si.

Em 1 de Março, uma outra notícia comunicava que a FUA concordara com os princípios do MPLA, o que seria evidenciado meses depois, em 16 de Setembro do mesmo ano através de uma notícia da Rádio Brazzaville segundo a qual a FUA pretendia "colaborar intimamente com o MPLA na luta contra o colonialismo". Era a absorção final da FUA pelo MPLA, já então com Agostinho Neto, cuja fuga de Lisboa, onde estava com residência vigiada na área dos Anjos, juntamente com a mulher branca, portuguesa, e os filhos pequenos, mulatos, tudo indica ter sido facilitada pela PIDE, negligenciando propositalmente a vigilância domiciliar, após um "tête-á-tête" secreto que o então titular da pasta do Ultramar, Adriano José Alves Moreira, após paciente insistência junto de Salazar, teria tido com o novo presidente do MPLA, constando nos corredores do GNP que teria havido um "acordo" no sentido de aquele, paulatinamente, ir afastando o movimento de Moscou para Lisboa, encaminhando-o para uma via pacífica e lenta de aproximação e diálogo com o governo de ex-padre ditador. Se houvesse resultado, teria sido uma jogada de mestre mas... a cartada fracassou.

Neto, mal chegado a Brazzaville, foi durante uns tempos vigiado de perto, exaustivamente interpelado e controlado, porque achavam os seus correligionários que tinha sido extremamente fácil a sua evasão de Portugal, para mais acompanhado de toda sua família que, pela sua composição, dava muito nas vistas... O que de fato se passou, se assim foi, somente Adriano Moreira, ainda vivo, poderia esclarecer. Era e é este, ainda hoje, um brilhante político que, embora jamais tivesse feito carreira nas colônias, se revelou muito válido, rodeado de uma equipa dinâmica e bem intencionada, mas depois do caso Deslandes e Estudos Gerais Universitários, teve de afastar-se - ou foi retirado pelo despótico Salazar - precisamente quando era mais necessário, sendo substituído por outro (s) que arrombaria o casco da nau colonial... contribuíndo muito para o seu trágico naufrágio. Quanto a Agostinho Neto e sua paradoxal tese angolanista e africanista contrariada pela sua opção e prática conjugal, as condições de sua morte por doença ocorrida em Moscou prestaram-se a algumas especulações. Paz à sua "alma" (para quem acredita em ALMA, o que não é o nosso caso).

17.- RELAÇÕES INTERNACIONAIS E LUTA UNIVERSAL CONTRA O IMPERIALISMO - UGTA... A FUA EM ARGEL... AGONIA?


A FUA pretendia também estabelecer relações com os movimentos emancipalistas das demais colônias portuguesas, no contexto da "luta universal contra o imperialismo, defendendo a "unidade africana" com base no "respeito mútuo da soberania de cada país, eliminação da exploração imperialista, elevação do nível de vida nos planos econômico, social e científico, assim como a defesa do patrimônio cultural africano". Daí sua preocupação em participar das reuniões da CONCP (Conferência das Organizações Nacionalistas das Colônias Portuguesas) que tinham lugar no Norte de África.

Assumia a FUA o compromisso de que Angola, uma vez independente, respeitaria os princípios inscritos na Carta das Nações Unidas; não participaria em nenhum bloco militar ou de qualquer natureza e rejeitaria toda e qualquer política agressiva, pelo que, dentro desta linha de conduta, exigiria a interdição de bases militares estrangeirasinstaladas no país e deste modo contribuiria para a realização do desarmamento universal.

Declarou-se "partidária da abertura de relações diplomáticas com todos os países do mundo, fundando-as no respeito pela personalidade nacional de cada país e na entreajuda internacional.

No dia 23 de Janeiro de 1963, a Rádio Brazzaville noticiou a realização em Argel de um Congresso da UGTA, no qual foi afirmada "a solidariedade do G.T.T. com a classe operária argelina", referindo que entre as delegações estrangeiras ali presentes se encontrava a da FUA.

18.- ZONA DE INFLUÊNCIA DA FUA EM ANGOLA E ...UM PACTO SECRETO


A ZI da FUA estava situada em Benguela (litoral), no Centro e no Sul de Angola. Nessas regiões não basta, no plano político, ter-se em conta as condições internas nelas existentes , pois é necessário também, tomar em consideração os fatores políticos externos A FUA considerava que as populações das referidas regiões "angolanas" se achavam diretamente ameaçadas pelo exército sul-africano.

Aquele movimento denunciava já um futuro pacto secreto (que se efetivou) entre Portugal, a Federação das Rodésias e da Niassalândia (que daria origem à Zâmbia, Rodésia do Sul - hoje Zimbábue - e Malavi) e a República da África do Sul, com vista a assistência mútua das respectivas forças armadas brancas... Segundo a FUA, essa era a razão por que os Portugueses teriam planejado construir milhares de quilômetros de estradas no Sudoeste de Angola que se destinariam, principalmente, a nelas poderem se deslocar, rapidamente, forças tarefa militares colonialistas e os "grupos ultras" despachados por Sir Roy Wellensky, supremo magistrado colonial da Federação, e pelo Dr.Verwoerd , presidente sul-africano do regime racista de Pretória. Tais convicções explicariam a razão pela qual a FUA, implantada nas supra citadas regiões, se mostrava extremamente prudente quanto ao desejo de fazer eclodir uma insurreição armada....Essas preocupações da cúpula da FUA revelar-se-iam sábias e objetivas, a curto prazo.

19.- FUA E LUSOFOBISMO LEUCODÉRMICO...


Em 14 de Dezembro de 1962, o jornal conguês "Le Progrés" inseriu declarações de João Mendes, um dos dirigentes da FUA, segundo as quais esta "rejeita tudo o que Portugal fez em Angola desde há cinco séculos."

Nessas declarações constava ainda, que o movimento tinha"500 membros activos" contando com a simpatia de metade da população européia e sendo "o primeiro movimento nacionalista europeu numa das colônias portuguesas, apoiado por alguns mestiços e negros que desejam a independência de Angola e o estabelecimento de uma sociedade multirracial, na qual africanos, brancos e mestiços terão igual desempenho."Dos sete membros do comitê central, três viviam no estrangeiro, entre eles o presidente, Dr. Sócrates Dáskalos, como dissemos já ex-vice-reitor do Liceu de Benguela. Seu sobrenome denuncia ascendência paterna helênica. Tudo concorre a supor que, apesar de ser o presidente, foi ele, talvez, um dos primeiros a se passar para o MPLA.

Desiludido, quiçá por falta de ambiente face às desconfianças de Agostinho Neto e às intrigas políticas do segundo homem e eminência parda do movimento, o mulato dito "cabrito"(aparentemente branco, do que ele mais tarde, num dos comícios que fez no bairro do musseque Prenda, em Luanda, depois de "25 de Abril de 1974, demagogicamente apregoou se envergonhar e odiar, repudiando o próprio pai por este ser um branco) Lúcio Lara, regente ou técnico agrícola ab initio ligado à FUA que abandonou para, oportunisticamente, se integrar no MPLA, Sócrates Dáskalos sumiu da cena política...sem deixar rastro. Neto e Lara não toleravam concorrentes mais preparados, dando sumiço a todos os que lhes parecia serem eventuais candidatos a ocuparem a cúpula do MPLA, donde, entre outras atribuídas à tropa portuguesa e à PIDE (como aconteceu com Amílcar Cabral em Conakry, assassinado a mando dos próprios irmãos... ao saberem que estava se aproximando de um contacto com Salazar), a estranha morte, anos depois, na frente Leste, onde era comandante das FAPLA, do médico-guerrilheiro Américo Boavida Portugal... Por outro lado, no retorno de Che Guevara da República Popular da China, antes de sua fatal aventura guerrilheira na Bolívia, esteve ele algum tempo dando orientação técnica no campo de instrução de guerrilha do MPLA em Dolisie, na República Popular do Congo-Brazzaville, mas Agostinho Neto e Lúcio Lara não deram muita "audiência" àquele argentino cubanizado que, na altura, já caíra em "desgraça", devido à sua perigosa honestidade revolucionária, aos olhos do desconfiado ditador cubano Fidel Castro. Como é evidente, este apenas confia o comando a seu irmão e "vice" Raul, como ele filho de um casal de espanhóis idos das Ilhas Canárias para Cuba, como emigrantes.

Madrid e Cuba se entrosam muito bem, nenhum esquece a animadversão ianque... cinicamente mascarada.

Já anteriormente, em 16 de Setembro de 1962, a Rádio Brazzaville, fazendo referência a um panfleto bilíngüe, em português e em francês, destacara Adolfo Rodrigues Maria, João Mendes e Carlos Augusto Morais como autores do mesmo, omitindo Sócrates. Eles frisavam que "a FUA está principalmente radicada nas regiões ao Sul do Rio Cuanza fazendo dela parte além de elementos europeus, numerosos africanos." Ou seja: eles se demarcavam geograficamente do MPLA, cuja influência se exercia sobretudo a Norte do Rio Cuanza e até ao rio Bengo, a Norte de Luanda... penetrando para o Cuanza Norte e Malanje... Mais a Norte, nos distritos do Zaire e do Uije, antigos domínios sujeitos ao Reino do Congo, eram os bacongos da UPA/FNLA que detinham a preponderância política, nessa época...

20.- CARTA ABERTA AOS BRANCOS DE ANGOLA. MILITANTES DA FUA... E EM NOVA LISBOA, HUAMBO, MISTERIOSA MORTE DE UM AGENTE ESPECIAL DA LEGIÃO PORTUGUESA...


Informação datada de 4 de Janeiro de 1963, recebida no Gabinete dos Negócios Políticos do Ministério do Ultramar, dava a conhecer que se registrara um "certo recrudescimento de actividade da FUA". Esta organização tinha difundido um panfleto intitulado "Carta Aberta aos Brancos de Angola" no qual atacava a política do governo colonialista português, a quem acusava de somente servir para facultar que os monopólios metropolitanos explorassem "os que vivem em Angola e as suas riquezas". É mister dizer-se que de fato assim se passavam as coisas: Angola sempre esteve - no passado (e continua estando) nas mãos de grandes empresas... tipo"majestáticas", multinacionais e portuguesas como são os Grupos Espírito Santo Silva, António Champallimaud (que, tendo chegado ao Brasil de mãos vazias (?!) em 74, dizia ter reconstruído apenas com muito trabalho, o enorme patrimônio que teria perdido em Portugal e colônias; possui a SOEICOM - poderosa indústria de cimentos de Minas Gerais, etc.-, uma imensa fazenda de criação de gado bovino que só em sobrevoo aéreo pode ser rapidamente percorrida, e não só...), Manuel Bulhosa, Odebrecht (brasileiro) e outros... em sua maior parte de ascendência hebraica... ( não se veja nisto anti-semitismo pois nós, segundo parece, também a temos de linhagem materna). Ao tempo havia um angolano, branco, muito conhecido, o engenheiro Fernando Falcão que no Luso, Leste, influenciara um grupo de indivíduos a "alimentarem idéias de independência". Era da FUA.

Sebastião Coelho, também branco e de olhos claros, tipo nórdico, radialista que criou o bem-sucedido programa publicitário CAFÉ DA NOITE, na Rádio Ecclesia- Emissora Catôlica de Angola- dirigida pelo rotundo Padre José Maria Pereira, que faleceu na diáspora, no Rio; Coelho, mais tarde se tornou influente e incansável militante do MPLA. Chegou a fazer em Luanda, na época colonial, um arremedo de colaboração na ação psicológica colonialista. Depois da queda do caetanismo, mal denominado de salazarismo, SC apareceu sempre em público na camarilha do almirante vermelho Rosa Coutinho. Tudo converge a se presumir que tenha sido ele um dos ativistas da FUA no Huambo, pois alinhava no grupo do Falcão. Hoje, Coelho, já septuagenário, vive na Argentina, constando que não foram muito felizes seus últimos tempos em Angola, junto do MPLA, de cuja Televisão e Radiodifusão Oficial foi diretor geral. Devido a uma operação comercial relacionada com aquisição de aeronaves para as linhas aéreas angolanas, de que participou também o ex-vogal da comissão de província da União Nacional (dito "partido único" do regime salazarista) engº Humberto Bessa Victor, mulato angolano, diretor geral da Aeronáutica Civil (do MPLA), parece que aquele dinâmico e renomado radialista teria caído em "desgraça", o que o determinou a reemigrar... para os "pampas argentinos", segundo em S. Paulo nos relatou, em 1978, durante um convívio social de angolanos na residência do médico caboverdiano Dr. Duque da Fonseca, marido da senhora Odete (Lemos Pereira), angolana mestiça, ex-presidente da Cruz Vermelha de Angola, o comandante Ferreira de Almeida, ex-inspetor provincial de Aeronáutica Civil de Angola e comandante de aeronave... Na altura, ele era instrutor de pilotagem numa escola de aviação civil próxima a São Paulo capital. Perdemos o seu rastro, ignorando o que terá acontecido com ele depois disso. Contou-nos que continuara, como cooperante, trabalhando na Aeronáutica Civil da ex-colônia, depois da independência, ao tempo em que Sebastião Coelho, gozando da confiança de Agostinho Neto, superintendia na mídia oficial angolana, inclusive na Televisão, participando também da comissão de compras ao exterior... onde teria suscitado certos ditos e mexericos a dita aquisição de novas aeronaves. Retornou, pois, o radialista Coelho, à sua Argentina, onde estivera já, na época salazarista, refugiado, na diáspora, como político, tendo regressado a Angola na década de 60, aproveitando uma espécie de "anistia salazarista"... graças ao matreiro "amen" de Aníbal São José Lopes... Provavelmente ficou desanimado com o ambiente "revolucionário" angolano em Luanda...

Os Serviços de Informação da Legião Portuguesa chefiados pelo inspetor de educação aposentado Parente de Figueiredo e dos quais fazia parte também o "misterioso"e ganancioso jornalista Luís Lupi, por iniciativa do Dr.Carlos Cecílio Nunes Góis Mota, Secretário-Geral daquela Organização paramilitar, que em 1961 recrutara uma companhia (na LP denominada "TERÇO") de voluntários para guarnecer e proteger as instalações da Companhia Angolana de Agricultura -dos Espírito Santo Silva- no Cuanza Sul, tinham contratado, para ser agente especial em Angola, um ex-colono europeu que havia falido como comerciante no Huambo - Nova Lisboa-: Fernando da Conceição Araújo.

Araújo, demonstrara ser íntimo de militantes e conhecedor das atividades da FUA, prontificando-se a retornar àquela região como agente especial, à revelia da PIDE. O incansável e dinâmico Dr. Góis Mota, homem da confiança de Salazar, queria mostrar que era capaz de superar a PIDE... Esta estava fraquejando muito em relação a ações subversivas da oposição ao Regime em Angola, onde ele próprio estivera, quando democrata de esquerda radical, deportado na década de 20, convertendo-se mais tarde ao chamado "fascismo salazarista"e assumindo o comando do mais confiável batalhão legionário de Lisboa - o 1, de infantaria, aquartelado numa transversal à Calçada da Estrela, bem perto da residência do ditador, que era a casa do antigo jardineiro da Assembléia da República...

Os primeiros relatórios de Fernando Araujo denotavam que estava se desincumbindo com eficiência e arrojo da sua espinhosa missão. Remetia notícias detalhadas; muito elucidativas.. Contudo, a certa altura elas cessaram...Feita pesquisa, com recurso às autoridades civis, que até então ignoravam a missão de Araújo no Huambo, foi possível saber que o desgraçado, que deixou viúva e desprotegida sua jovem esposa residente em Lisboa, tinha sido misteriosamente assassinado aos 12 de Abril de 1963, no quarto da pensão em que vivia, na capital do planalto central angolano...Nunca se soube como isso aconteceu.

Fernando Araújo enviara, algumas semanas antes da sua morte, um relatório secreto que fora encaminhado ao GNP pelo Dr. Góis Mota, que supervisionava a atividade daquele agente especial da LP em Angola. Nesse Relatório Imediato ele denunciava a existência nas cidades de Sá da Bandeira (Lubango), Moçâmedes, Lobito, Benguela e Nova Lisboa (Huambo) de pessoas "socialmente bem colocadas" que eram adeptos da FUA. Entre essas, segundo constava (e teria sido convidado a se filiar) figurava o deputado pelo círculo de Angola à Assembléia Nacional Portuguesa, Dr. Victor Barros!!! Esse advogado fora sócio da Casa dos Estudantes de Angola em Lisboa, quando estudante, e era íntimo amigo de Sócrates Dáskalos, Mário Pinto de Andrade, Sebastião Coelho, Emílio Leite Velho e Fernando Falcão, entre outros... menos importantes.

Como se infere de quanto já ficou dito, a FUA tinha quadros políticos de alta qualidade, que superavam muito os do MPLA, de que na altura apenas os irmãos Pinto de Andrade, o seu primeiro presidente cujo nome agora nos escapa, os Ferreira de Lemos e alguns mais, mas poucos, sobressaíam dos demais, que eram em número escasso. Logo... a FUA estava condenada a desaparecer.

Carlos Mário Alexandrino da Silva


PARTE III - PARTE V


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