(A PROPÓSITO DA GUERRA DO OCIDENTE CONTRA O AFEGANISTÃO... ONDE JUDEUS DE UMA TRIBO PERDIDA DE ISRAEL SÃO TALIBÃS QUE IGNORAM SUA ORIGEM E CULTURA HEBRAICAS!!!)
Como predisseram alguns comentaristas Ocidentais, já começou a guerra psicológica de... críticos ocidentais contra os americanos!
Na imprensa da loura Albion isso vem acontecendo... Durante as últimas duas semanas os aliados Ocidentais têm bombardeado objetivos no Afeganistão com poucos sinais de sucesso militar. As coisas não estão a correr do jeito que o presidente Bush anunciou que iam acontecer... nem mesmo com pesados e constantes bombardeamentos da Força Aérea dos EUA e utilização de forças especiais dos " american GI´s" e dos "Tommies" britânicos. No Afeganistão até agora raros terroristas foram localizados... mas só no papel... 900 suspeitos estão presos nos EUA porém parece que o FBI terá de usar a tortura ou o pentotal para obrigá-los a falar, assim se ofendendo, ou ignorando se necessário (e parece que vai ser), os Direitos Humanos... inventados na asnática ONU que criou a Indonésia sem ouvir os milhares de povos de quase dezena e meia de milhar de ilhas entre o Índico e o Pacífico, e o Estado de Israel sem cuidar da problemática da outra parte- os Palestinos... E por que não estes pequenos lapsos que estão na essência dos grandes problemas actuais ?! E a tortura a quem não confessar terrorismo? If necessary, why not?!
Em tempo de guerra, não se limpam armas...
Tem havido notícias pungentes sobre civis que estão sendo mortos em suas míseras casas de adobe... destruídas pela aviação ianque até com mulheres pilotando velocíssimos ultra-sônicos e lançando bombas, de crianças que morrem nas explosões de bombas de multi-fragmentação, de cristãos que, por vingança de muçulmanos, foram massacrados numa igreja paquistanesa... Há histórias sórdidas de execuções (tiro na nuca) sumárias pelo Talibã, de infiltrados ou sequestrados seguidores do ex-rei afegão exilado na Itália, outras anunciando traiçoeiros ataques por via postal, de antraz, na América e até na África suspeitando-se que esse bioterrorismo, velha forma de guerra... nova que os americanos já utilizaram no Vietnã e no Iraque (bloqueando-lhe as importações de cloro para purificação da água poluída), seja trabalho de terroristas islâmicos ou... de norte-americanos, de extrema direita ou de extrema-esquerda, ou ainda de seitas religiosas... fundamentalistas, freqüentes nos Estados Unidos...
Também crescem os protestos, de jornalistas ocidentais e de ONG´s, condenando os aliados por medidas radicais que estão sendo aplicadas nos ataques ao Afeganistão, aéreos e terrestres. Na mídia ocidental começam a surgir hemorragias críticas ora culpando os atacados, ora referindo vítimas tanto dos terroristas como dos ocidentais, e baixas, sempre negadas, nas forças aliadas, já... se "denunciando" míopes propósitos geopoliticos do Ocidente, de inspiração "petrolífera". Universitários americanos, pacifistas, estão condenando em manifestos o seu governo... Mau sinal. Os universitários de 68 na França atacavam, com a ignorância que os caracterizou sempre, mesmo sem saberem porquê... Tal como em Portugal no decurso da guerra colonial, universitários de Coimbra, padres de aldeia, "progressistas" exilados em exílios dourados...
No dia 11 de Setembro, aproximadamente 6,000 pessoas segundo uns cerca de 4.500 segundo outros, e que não tiveram nenhuma
disputa com quem quer que fosse, foram massacradas por terroristas, sobretudo sauditas (de 19, 15 eram daquele país "friend" do Uncle Sam...), em Nova Iorque e em Washington. Essas pessoas não tinham ido ao Centro do Comércio Mundial ou ao Pentágono para obterem lucros com negócios sobre reservas de petróleo lá longe na região do Mar Cáspio. Elas não buscavam enriquecer às custas dos... ainda não explorados, mas muito cobiçados, depósitos minerais que se sabe existirem no Afeganistão. A maioria eram apenas pessoas que trabalhavam nesses edifícios enquanto os restantes faziam ali negócios privados... os mais variados. Centenas de outros estavam em voos domésticos, alguns para visitar familiares, outros para realizarem contactos empresariais. Todos eles morreram, inclusivé as inocentes tripulações das aeronaves "kamikazes" (sem ofensa aos heróis nipônicos, visto que "kamikaze" era só o piloto suicida da marinha imperial nipônica, pois que apenas atacava alvos militares, unidades da esquadra norte-americana). E por que tudo isso aconteceu nos EUA?
As vítimas segundo o bin Laden e seus admiradores árabes só morreram cegamente porque os EUA apóiam há longos anos o Estado judeu de Israel contra os Palestinos árabes? A guerra contra o Afeganistão definitivamente está preocupando. Não é caso para seis dias de luta... Simon Jenkins in "The Times" observa que não é com fogo que se apaga fogo e Tony Blair já abandonou a idéia de tentar convencer os americanos a desistirem da guerra como processo punitivo preferindo-lhe antes uma diplomacia coiercitiva.
Ninguém pode esperar, portanto, que este conflito seja coisa para terminar antes do inverno... É uma guerra cruel, insensível, sem forma definida ou pontaria concreta, sem prazo para terminar.
Em qualquer guerra, sempre as maiores vítimas são os civis, os inocentes. Assim está acontecendo no Afeganistão e de certo modo
também na Palestina e no Líbano. Mortos e mutilados civis, bebês sacrificados no ALTAR DO DEUS MARTE, velhos paralíticos ou macróbios, doentes acamados, inválidos, mulheres... São destruídos hospitais, obras de arte, infraestruturas. Mas os inocentes humanos não vivem de Utopia... Só os políticos se servem dela... Quase nunca sofrem com isso. Geralmente, quando vencidos arranjam refúgios seguros... como o Idi Amin Dada, o Ferdinando Marcos, Coronel Bautista de Cuba (na Ilha da Madeira) e outros... Hitler, Mussolini, Ceausescu e alguns mais não tiveram essa " sorte" de escapar com vida...
Ultimamente, tenho lido alguns comentários, provocantes, produzidos por vários intelectuais palestinos, árabes e africanos, que me induziram a discernir melhor como esta guerra tem sido retratada unilateralmente pela mídia Ocidental!!! A Verdade é a Verdade ou... verdade; em jornalismo não há que tomar partido e só deve existir a VERDADE. Por quê tanta parcialidade e até discriminação? Por que não relatam a VERDADE e só a VERDADE, mesmo que seja desagradável ao interesse político e/ou econômico do vosso País?!
Um dos comentaristas mais impressionantes do problema que estamos focalizando na epígrafe é o Prof Eduardo Said, palestino renomado que busca explicar quais são as raízes do terrorismo árabo-islâmico e por que, em sua opinião, nunca será derrotado enquanto não for solucionado o conflito focalizado no" dossiê" Palestina, a contento dos palestinos. O fato evidente que está na origem desse conflito, afirma, é Israel contínuar sendo visto pelos árabes como força agressora no Médio Oriente e os EUA como seu padrinho, que amima os judeus. Ninguém ignora que, em todo o mundo, os judeus são os donos das riquezas e os mandantes da política do Ecúmeno terrestre, eles que foram as grandes vítimas dos romanos e mais tarde dos boçais europeus fanatizados pelo Cristianismo dos novos césares de Roma - os Papas medievos e sua satânica Inquisição, eles que foram os grandes artífices dos descobrimentos marítimos portugueses! Não se enxergue anti-judaísmo no que estou elocubrando, pois também tenho origem
judaica, pelo menos na minha linhagem materna e sinto nisso certo orgulho. Mas, a VERDADE tem que ser dita. Nos Estado Unidos da
América, o Congresso está nas mãos deles, o mesmo acontecendo no Brasil, e até em Portugal cujo presidente da república, o advogado Jorge Sampaio, é judeu bem como o "speaker" da AR, o advogado Antonio Almeida Santos. E Antônio de Oliveira Salazar era judeu, da família ELAZAR que por corruptela deu Salazar, tanto por parte de pai como da parte materna... Judeus são os detentores dos grandes empórios, bancos, indústrias, empreendimentos transnacionais. Sobrenomes: Bensaúde, Espírito Santo, Champallimaud, Lucena, na nobreza de Portugal e do Brasil - os Bragança, os "Pombal", os Gama, no Brasil o poderoso apresentador Sílvio Santos, do SBT, da tradicional família judaica Abravanel que remonta historicamente ao tempo do rei David, etc.etc... Em Angola e na África do Sul quem controlava, bem como à escala planetária, o monopólio do negócio" diamantino" era o judeu
sul-africano e israelense Oppenheimer através da sua poderosa Anglo-American Diamond Company que teve de na primeira ceder seu
espaço ao "consórcio" secreto de que fazem o José Eduardo dos Santos, sua mulher Ana Paula e o judeu russo Leviev, que é a um tempo cidadão israelense, cidadão angolano (por deferência especial de José Eduardo dos Santos...), cidadão brasileiro, cidadão russo (e grande amigo do presidente Putin) e cidadão francês...
O mais curioso é que os talebãs não são etnoculturalmente o que muitos imaginam que eles sejam, nem eles próprios - muçulmanos de origem árabe mas sim uma das tribos desaparecidas das 12 bíblicas tribos hebraicas segundo consagrados pesquisadores israelenses acabam de anunciar. Alguns pesquisadores israelenses asseguram que a maior parte dos integristas islâmicos, talibãs, do Afeganistão são, na realidade, descendentes de uma das dez tribos perdidas -originalmente eram doze- dos antigos israelitas, que mantêm até hoje numerosos costumes da religião judaica. Um dos peritos que mantêm esta insólita teoría é o rabino israelense Eliahu Avijail, director da Associação Amei-Shav, dedicada a pesquisar, descobrir e localizar as dez tribos perdidas que, antes da destruição do Primeiro Templo Judaico de Jerusalém por Nabucodonosor, no séculoVI antes de Cristo, se viram obrigadas a
abandonar a cidade.
Estranhos costumes: Segundo o professor Avijail, cujas declarações aparecem no diário regional Jerusalém, a maior parte
dos talibãs do Afeganistão pertencem à etnia chamada patanim, cujos membros se consideram a si próprios descendentes dos antigos
israelitas. Além disso, praticam costumes judeus ancestrais cuja origem não sabem explicar, como o do pálio nupcial, a circuncisão aos 8 días como os judeus -e não em qualquer idade, como os muçulmanos-, o acender de velas à sexta-feira -ao começar, com o pôr do sol de inverno, o día de sábado, sagrado para os judeus- e o banho ritual das mulheres na chamada mikvá ao concluir o período das regras.
Uma língua comum. Consideram ser um povo com língua própria que vive no seio de outro povo, uma língua que conta com palavras hebraicas como as equivalentes a vergonha, solar, Torá (Pentateuco), benção e temor (a Deus), entre outras. Os homens da etnia patanim bebem vinho -proibido terminantemente aos muçulmanos-, e não podem trabalhar nem cozinhar ao sábado, tal e qual como os judeus. O profesor Avijail, que há algum tempo publicou um livro a este respeito, acrescenta que os anciãos do grupo reconhecem ser descendentes de judeus, e dizem que, quando chegar o Messías -como todavía esperam os crentes da religião judaica- eles se unirão ao resto de seu povo.
Actualmente, os talibãs do Afeganistão são os integristas islâmicos mais radicais e protegem a Osama bin Laden, o fundamentalista de origem saudita considerado como "o inimigo número um do Ocidente", e em particular dos Estados Unidos e de Israel. A sociedade composta pelos antigos israelitas era, antes da consolidação de uma consciência nacional unificadora, uma
associação de várias tribos que se mantinham juntas graças a uma religião e aos seus antepassados comuns. Uma terra prometida. De
acordo com o relato bíblico, essa associação tribal começou com os doze filhos do patriarca Jacó: Rubén, Simão, Leví, Judá, Isajar e
Zevulún-que eram filhos de Lea, sua primeira esposa-, Dan e Naftalí-filhos da segunda, Bilá-, Gad e Asher -filhos da terceira,
Zilpá-, e José e Benjamín, os filhos de Raquel. As duas tribos que não se perderam foram a de Levi e a de Judá. Josué dividiu entre as doze tribos a terra de Canaã -cuja conquista encabeçou, que na Biblia se considerava como a Terra Prometida, e que depois se converteu na antiga Israel e mais tarde em Palestina- No agora bombardeado Afeganistão, os patanim contam com oito milhões de integrantes, numa população total de cerca de vinte e oito milhões de habitantes, e outros doze milhões de membros dessa etnia vivem no vizinho Paquistão.
Defendem a mesma tese que Avijail, entre outros, um pesquisador patanim e um catedrático do Bangladesh que escreveram livros sobre este tema. A historia- explica o rabino Avijail - propõe que, em lugar de lançar bombas contra as aldeias dos patanim no Afeganistão, se lancem panfletos com explicações, em seu idioma, sobre as suas orígens judías e as raízes dos seus costumes. Por sua parte, membros do movimento ultra religioso judío Jabad vão mais longe ainda, relacionando a casa real afegã diretamente com a tribo perdida de Benjamín, e assegurando que, segundo um livro publicado no Afeganistão, no século XVII, o rei israelita Saúl tinha um filho chamado Yirmiá, cujo filho, por sua vez, se chamava Afegana.
A tudo isto, o destacado comentarista Jemi Shalev, do diario independente israelense Maariv, assegura, com certa ironía, que "se alguém quiser de verdade enlouquecer de todo aos já dementes talibãs, basta informá-los de que sua mãe é judía e, também, demonstrá-lo".
Uma guerra no Afeganistão poderá, sem dúvida, transformar-se numa catástrofe... Não é uma guerra entre o Bem e o Mal. A menos que lhe seja dado fim rapidamente ela poderá vir a ser uma das mais sangrentas e demoradas da história da Humanidade... se movida por suas facções... Desumanas: Osama bin Laden, Omar, os talibãs - os "estudantes" fanatizados -, os justiceiros anglo-saxónicos dispostos a reprimir implacavelmente a agressão criminosa, um acto de genocídio intolerável, que lhes foi feito em 11 de Setembro e suas seqüelas.
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