"FADINHO DA TERRA" |
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Ouvi a cigarra cantar, imaginei que dizia; Cantava feliz por amar tudo que a vida trazia. Do passado não pensava, nem de inverno por viver; Só do presente cantava Por só o presente querer. Sabia que nunca temos nenhum futuro na vida, e que quando nos morremos é esperança perdida. Sem na formiga pensar - cigarra acompanhei; Passo a vida a cantar sendo sempre o que serei. Canto para me divertir de tudo que me interessa Canto para não me sentir passando a vida com pressa. Disfrutando do que tenha, futuro deixo ficar até que me tocar senha p'ró futuro enfrentar... E quando a mão querida minha boca tapará, cantarei lá noutra vida ond' o futuro estará. Caracas, Venezuela 25 de Julho de 1982
Manuel L. Ponte. St. Louis, Missouri, USA.
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