"A minha velhota" |
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Minha Manelinha, avó pequenina, meio maga meio criança, sabia tudo da vida. Acalmava as dores os choros e os amores Onde estiver agora minha avózinha não olhe, não veja os erros da netinha. Que falta faz ao pé de mim! Parece que acabou a família quando nos deixou assim. De fininho, sem querer incomodar sem ruído, sem odor, sem saber o que fazer para nos dar mais amor. Se nos vir não fique triste a vida faz-se de viver, de amar, de chorar, não se pode evitar. Ana Pintão, Lisboa, Portugal email: Este endereo de e-mail est protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript ter de estar activado para que possa visualizar o endereo de e-mail |
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