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Escrito por Eugénio Almeida em 17-04-2008 21:51 - Registado
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Acordo Ortográfico: sim, não, talvez?
Tal como não devemos estar prontos para dizer Sim a tudo o que nos põem à frente para coomer, também não devemos dizer logo Não só porque nos parece uma imposição.
Meu caro orlando, tal como há palavras que não são alteráaveis, nomeadaamente, nomes e Huambo é um nome de Província e de Cidade, há outras que também não o são. Por exemplo, "homem" creio quenão verá a grafia alterada. Quanto ao meu amigo Jorge Eurico, se de facto as açterações afro-lusas se quedam pelos 1,5%-2% total, mas pouco mais de 0,8% das palavras "mais populares", já o Brasil é ao contrário, porque das "mais populares" as alterações vão quase aos 3%. E foi um filologista português de cujo nome não me recordo que o escreveu. E notem mais algumas alterações ocorridas ao longo destes anos (annos) decididas por Portugal e aceites, sem qualquer rebuço, pelo Brasil. Uma já acabou de ser escrita. Mas há muitas mais que foram alteradas com a reforma portuguesa de 1911 e 1917. O Orlando relembrou uma das palavras citadas no meu artigo na secção de "Lusofonia" e outras, como Baptista/Batista; Victor/Vitor, Lourdes/Lurdes, etc. Ou os advérbios de modo ou os diminutivos que deixaram de ser acentuados como a raiz inicial e nem por isso há quem deixe de o fazer. E nem por isso a língua deixou de continuar a evoluir. Só peço é que não queiram fazer com a língua aquilo que querem fazer com certos aspectos da vida social dos nossos países que formam a CPLP. Tornar uma língua para além de Viva e maravilhosa. Torná-la Ótima!! Um grande e fraterno kandandu aos meus dois patrícios. Eugénio Costa Almeida ![]() |
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